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Os ambientes de TI das empresas estão a tornar-se cada vez mais complexos. Os servidores locais e na nuvem, as redes alargadas, as aplicações empresariais e os sistemas críticos estão todos a funcionar em simultâneo e estão estreitamente interligados. Nestes ambientes, uma única falha pode rapidamente transformar-se num grande problema operacional. Por isso, não é de surpreender que as organizações se perguntem cada vez mais se a monitorização de toda a infraestrutura de TI pode ser realizada num sistema único e consistente. A resposta é sim, mas sob certas condições.

Principais conclusões

  • A monitorização dispersa dificulta o diagnóstico rápido dos problemas

  • Um único sistema de monitorização fornece uma imagem completa da tua infraestrutura de TI

  • A correlação dos dados do servidor, da rede e da aplicação reduz os tempos de resposta

  • A monitorização central melhora a estabilidade e a disponibilidade do serviço

  • A configuração correta do sistema é fundamental para a sua eficácia

Índice

  • Porque é que a monitorização distribuída já não funciona

  • O que deve abranger um sistema único de monitorização das TI

  • Monitorização e disponibilidade e desempenho do serviço

  • Desafios da implementação do controlo central

  • O que a investigação diz sobre a eficácia da monitorização das TI

  • Perguntas mais frequentes

  • Resumo

Porque é que a monitorização distribuída já não funciona

Em muitas organizações, a monitorização das TI ainda se baseia em várias ferramentas independentes. Uma é utilizada para monitorizar os servidores, outra para as redes e outra para as aplicações. Esta abordagem resulta em dados inconsistentes e dificulta a análise das causas dos problemas. Os administradores têm de comparar manualmente as informações de diferentes sistemas, o que prolonga os tempos de resposta e aumenta o risco de decisões erradas.

Um problema adicional é a falta de contexto comum. A falha da aplicação pode resultar do congestionamento da rede ou de ineficiências do servidor, mas a monitorização distribuída nem sempre permite que estas dependências sejam rapidamente ligadas.

O que deve abranger um sistema único de monitorização das TI

Um sistema de monitorização central eficaz deve abranger todos os principais componentes da infraestrutura de TI. Isto significa a monitorização simultânea de servidores, dispositivos de rede, sistemas operativos e aplicações empresariais. Igualmente importante é a capacidade de recolher dados em tempo real e correlacioná-los.

Isto permite que a equipa de TI veja não só os alertas individuais, mas também as relações entre eles. Isto permite-lhes identificar mais rapidamente a origem do problema e reduzir o impacto nos utilizadores finais.

Monitorização e disponibilidade e desempenho do serviço

Um dos principais objectivos da monitorização é assegurar o funcionamento contínuo dos sistemas. A análise constante dos parâmetros de desempenho permite detetar irregularidades antes que estas conduzam a uma falha grave. Na prática, isto significa ser capaz de reagir numa fase inicial, antes que o problema se torne percetível para os funcionários ou clientes.

A monitorização central também apoia a otimização dos recursos de TI. Os dados históricos permitem o planeamento da expansão da infraestrutura e a prevenção de futuras sobrecargas.

Desafios da implementação do controlo central

Embora um sistema de monitorização único tenha muitas vantagens, existem desafios específicos à sua implementação. Estes incluem a integração com a infraestrutura existente, a definição adequada dos limites de alerta e a limitação do número de falsos alertas. Demasiados alertas podem levar a que sejam ignorados, reduzindo a eficácia da solução global.

A escalabilidade do sistema e a sua adaptação às especificidades da organização e ao seu desenvolvimento futuro são também cruciais.

O que a investigação diz sobre a eficácia da monitorização das TI

Estudos sobre a gestão de infra-estruturas de TI mostram que as organizações que utilizam sistemas centrais de monitorização identificam mais rapidamente as causas dos incidentes e reduzem os tempos de resolução dos mesmos. As análises indicam também menos falhas graves e um melhor planeamento dos recursos.

Os especialistas sublinham que a monitorização está a deixar de ser apenas uma ferramenta técnica e a tornar-se parte da estratégia empresarial, afectando a estabilidade e a segurança da organização.

Perguntas mais frequentes

Será que um sistema de monitorização é suficiente para uma grande organização?
Sim, desde que seja adequadamente escalável e bem configurado.

Irá a monitorização central substituir todas as outras ferramentas?
Pode substituí-los em grande parte ou integrá-los num único ambiente.

A implementação de um sistema deste tipo é morosa?
O tempo de implementação depende da dimensão da infraestrutura e da sua complexidade.

Resumo

A monitorização de servidores, redes e aplicações num único sistema não só é possível, como está a tornar-se cada vez mais o padrão nas organizações modernas. Uma abordagem centralizada permite obter uma visibilidade total da infraestrutura de TI, reagir mais rapidamente aos problemas e planear o desenvolvimento do sistema de forma mais eficaz. Para as empresas que pretendem garantir a estabilidade e a qualidade do serviço, a monitorização integrada é hoje uma necessidade real e não apenas uma opção adicional.

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